Você é um empreendedor?

Abrir sua própria empresa requer coragem, atitude e muito, mas muito empenho na jornada.

Acostumamo-nos a ver a questão de empreender como algo muito arriscado, incerto, obscuro e até como algo insano, fazendo com que deixemos de lado esta opção e direcionemos todas as nossas forças em um único objetivo­, a estabilidade.

O fato de você estar em algum emprego estável ou mesmo dentro de uma empresa já estabelecida não é sinônimo de você “não poder empreender”.

Um empreendedor não precisa ter a própria empresa. Um empreendedor precisa estar inconformado com algo que acontece em seu redor e buscar soluções para isso.

Interessante citar também que há vários perfis no mundo do empreendedorismo, seguem alguns deles conforme KUNDE, M.(2013):

    • O Realístico-gerencial: prezam a organização, o planejamento e o respeito às regras. São detalhistas, evitam trabalhar com abstrações e buscam a exatidão. São excelentes administradores e preferem assumir empresas que necessitam melhorias nos processos.
    • O Realizador-empreendedor: são dispostos a assumir riscos maiores que a maioria das pessoas. Costumam ser extrovertidos, competitivos, focados no lucro e autônomos na tomada de decisões. Não têm muita paciência para as operações do dia-a-dia; seu prazer está em criar algo novo e não em administrar o cotidiano. O Investigativo-criador: adoram saber como as coisas funcionam. São simpáticos, cativantes, têm espírito de cientista e preferem investigações e estudos em vez de ações. Com personalidade mais introspectiva e autônoma, preferem trabalhar com controles, previsões e tudo o que tenha cunho científico.
    • O Artístico-imaginativo: narcisistas por natureza são mais preocupados com a estética e meios que podem exercitar sua criatividade. Odeiam rotina, costumam ser muito originais e, de certa forma, estão sempre à frente de seu tempo. Liberdade é a palavra de ordem. Sentir-se preso é um verdadeiro martírio.
    • O Social-afetivo: adoram o convívio com outras pessoas e estão sempre dispostos a cuidar mais do bem-estar do próximo do que de si próprios. Extrovertidos, populares, quase não suportam ficar sozinhos e sua principal motivação vem da troca de experiência com outras pessoas. Tem facilidade para promover relações sociais e trabalhar em equipe.
    • O Concreto-convencional: preferem trabalhos ordenados e definidos, baseados em regras e regulamentos previamente estabelecidos. Gostam de lidar com rotinas, toleram ficar sozinhos, são calmos, práticos, precisos e possuem um perfil mais burocrático. Possuem bom ajuste social, são muito confiáveis, colocam tudo em ordem e cumprem prazos.

Resumindo, o empreendedor deseja realizar, executar; deixar sua marca e fazer a diferença.

Bem, falamos sobre o que define um empreendedor nesse texto, mas para ter sucesso neste caminho não basta apenas ter vontade é necessário ter conhecimento de alguns conceitos e algumas ferramentas, mas, isto é assunto para outro texto…

Esse texto foi escrito com base nestas publicações. Para te ajudar, sugerimos a leitura:

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor.

KUNDE, M. Empreendedorismo. Notas de palestra proferida ao Curso de Desenho Industrial da UFSM. 2013.


Jean Paulo Pereira
Acadêmico do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: jean_triplop@hotmail.com

Entrevista de Emprego

Se existe um evento que deixa qualquer um ansioso e sem saber por onde começar é uma entrevista de emprego. Dúvidas de como se comportar e, principalmente, o que vestir, são alguns dos motivos que fazem muitos entrevistados tremerem na base. Então, vamos conversar um pouco sobre isso…

Sabe aquela frase “a primeira imagem é a que fica”?! Ela pode ser clichê, mas é uma das mais verdadeiras.

Para ser bem sucedido em uma entrevista é preciso pesquisar sobre a empresa que o entrevistará e ser pontual!

Na hora de escolher o seu “modelito de trabalho” opte pelo clássico. Mas cuidado com as roupas muito tradicionais, veja se a empresa onde fará a entrevista é do estilo conservador. E tenha bom senso ao escolher as peças que irão compor seu visual, use roupas adequadas ao seu porte e, independente da escolha, cuide para que sua roupa não esteja suja ou amassada.

Vale lembrar os hábitos de higiene: banho tomado, cabelo cortado, unhas aparadas, dentes escovados. Parece óbvio, mas há quem negligencie e estes hábitos são considerados o ponto de partida da construção da imagem.

Homens, a barba deve estar feita e, se possuir cabelos compridos, prenda-os.

Mulheres, evitem roupas com decotes e transparências, tecidos com muito brilho e/ou estampas exageradas e jamais deixe o sutiã visível. Opte por uma maquiagem bem discreta sem batons extravagantes, nada de perfumes fortes e penteados exagerados. Estes requisitos, se inadequados, desviarão completamente a atenção do foco principal da comunicação. Afinal, você quer que a mensagem principal seja: “vejam como sou competente” ou “vejam como sou sensual”?!

A entrevista é o momento em que você mostrará sua imagem como profissional, por isso, além das vestimentas, deve atentar na maneira como gesticula e se expressa.

Ao entrar, cumprimente com um sorriso e um aperto de mão firme, transmitindo calma e segurança.

Lembre-se que estar na entrevista significa já ter sido aprovado na primeira fase, isso aumentará a sua confiança e diminuirá um pouco a ansiedade, ajudando você a se expressar melhor.

A boa postura e aparência passam uma impressão que deve ser confirmada com a conversa entre candidato e entrevistador. Assim, fale com clareza e cuidado com erros gramaticais, gírias, vícios de linguagem. As “expressões como “obrigado”, “por favor” e “com licença” são imprescindíveis, nem precisamos lembrar não é mesmo?!

Ser uma pessoa agradável na entrevista mostra ser um colega de trabalho agradável futuramente. Mostre o seu melhor!

Dica!

Não vá para a entrevista de mãos abanando, mesmo que o seu currículo tenha sido enviado por e-mail não custa levar mais uma cópia e seu portfólio

Esse texto foi escrito com base nestes livros. Para te ajudar, sugerimos a leitura:

FASCIONI, Lígia. Atitude Profissional [dicas para quem está começando].
FASCIONI, Lígia. O Design do Designer.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Também sugerimos alguns links relacionados ao assunto:


Raquel Pivetta
Acadêmica de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil

Dicas de Leitura #1

Olá,

esta tag do blog servirá para ajudar que você que fica horas em pé na biblioteca, ou navegando em livrarias virtuais, e não consegue decidir o que levar somente pelo que está escrito na descrição, contracapa e nas orelhas dos livros.

Abriremos esta seção do blog falando sobre “O Efeito Multiplicador do Design”, de Ana Luisa Escorel.

ESCOREL, Ana Luisa. O Efeito Multiplicador do Design.

Por que ler?

O livro é dividido em artigos que formam pequenos capítulos, escritos de forma bastante acessível, e é permeado por imagens ilustrativas de projetos, em sua maioria executados pela própria autora. Ela aborda assuntos variados, como retrospectivas históricas, identidade visual e corporativa, legibilidade, diagramação de livros e globalização, por exemplo. A temática principal é o design como atividade projetual abrangente que utiliza ferramentas específicas (projeto, matriz e tecnologias de fabricação industrial) que o caracterizam como uma linguagem única.

A autora mostra-se muito preocupada com o desenvolvimento de uma identidade própria do design nacional. Afinal, é preciso que a produção cultural de um lugar exprima primeiramente as características de seu próprio povo e atenda aos seus anseios particulares, e somente assim o design brasileiro poderá ser globalmente reconhecido e valorizado.

Além disso, Escorel faz uma crítica a sociedade de consumo, que aproximou demasiadamente o design do marketing e da publicidade, e diz que é necessário um retorno à essência do design como ferramenta de transformação da sociedade. A autora coloca em nós, designers e futuros designers, o “compromisso de atuar através do projeto para o aprimoramento da sociedade”.

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Marília Sarmanho
Acadêmica de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil