Identidade Corporativa e Visual

É comum as pessoas confundirem Identidade Corporativa com Identidade Visual e vice-versa, ou também, que nem saibam ao certo o que Identidade Corporativa significa. Identidade Visual, não é e nem faz parte da essência da Identidade Corporativa.

 

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Identidade Visual

É o sistema que traduz a identidade da empresa em termos visuais: define usos para cores, símbolos, tipografia, formas e grafismos a serem usados para identificar visualmente a empresa.

“A identidade corporativa é o DNA da empresa. Por isso, e não por outro motivo, toda organização é única, diferente, irrepetível. Está escrito em seus cromossomos” – Joan Costa.

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Caso Tramontina

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Caso Coca-Cola

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Caso Santino

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Referências:

FASCIONI, Lígia. DNA Empresarial: identidade corporativa como referência estratégica. São Paulo : Integrare Editora, 2010. (Baixe o PDF aqui!)

Artigo IFIC

Para quem está pesquisando identidade corporativa

*Acessos em 25 e 28 de novembro de 2015.


Valéria G. L. Dalla Corte
Acadêmica do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: valeriagldc@gmail.com

Liderança: uma conduta que faz a diferença. Parte 03

Teoria Situacional de Hersey e Blanchard

Por fim, mas não menos importante chegamos a teoria moderna, a mesma se apoia nas características dos empregados para determinar como seria a melhor forma de liderar. De acordo com Hersey e Blanchard (1986) cada pessoa varia seu comportamento no trabalho, como nível de prontidão, com maiores habilidades, segurança no que estão fazendo e experiência, de acordo com isso deveriam receber um comportamento diferente do líder, do que as pessoas que não possuem essas qualidades/atributos.

Com base nesses estudos, os autores distinguem quatro tipos de liderança de acordo com o nível de prontidão de cada pessoa:

Direção – Quando as pessoas são incapazes e indispostos a trabalhar, sendo ideal focar nas tarefas. Nesta situação o chefe manda, determina o que deve ser feito, quando deve ser feito e como deve ser feito;
• Persuasão – Nesta situação a pessoa já tem um nível de prontidão moderado, tem um pouco de experiência e/ou segurança no que faz, permitindo que o líder se comporte de modo a focar não só na tarefa, mas no relacionamento com o empregado;
• Participação – O empregado/funcionário já tem mais habilidades no trabalho e o papel do líder seria o de ajuda-lo e guia-lo em suas tarefas, mas de modo participativo. Seria um líder mais focado no relacionamento do que nas tarefas;
• Delegação –Visto que as pessoas já têm um alto nível de habilidades, de segurança e iniciativa, possibilitando ao líder utilizar o estilo de delegação. Caberia ao líder dar uma meta e a autoridade correspondente, para que o empregado possa fazer seu trabalho com maior autonomia.

O Instituto Brasileiro de Coaching em seu site traz exemplos de boas e inspiradoras lideranças, vejamos:

Bill Gates

Aos 21 anos, consagrou-se um dos jovens mais bem sucedidos e empreendedores. Ao lado do amigo Paul Allen fundou a Microsoft – a mais importante e popular empresa e softwares do mundo. Foi o criador de um produto que revolucionaria a área tecnológica, o computador pessoal.

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Walt Disney

Nasceu em 1901 e faleceu muito antes de inaugurar o seu famoso parque de diversões. Sua organização é referencial mundial e tem como foco trabalhar com excelência e ir além, conquistando resultados cada vez maiores e melhores, com clientes fiéis e satisfeitos, que divulgavam a marca como se estivessem ganhando algo por isso

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Nelson Mandela

Principal representante do movimento antiapartheid, Mandela foi um guerreiro da luta pela liberdade. Entretanto para o governo sul-africano ele era um terrorista, ficou décadas preso e ainda sim se tornou ícone mundial das causas humanitárias.

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Referências:

*Acessos em 25 de novembro de 2015.


Nicolly Voigt Rodrigues
Acadêmica do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: nicolvrodrigues@hotmail.com

Liderança: uma conduta que faz a diferença. Parte 02

No último post, LIDERANÇA: uma conduta que faz a diferença. Parte 1, estávamos falando das teorias propostas por Chiavenato (2003), e, dando continuidade ao assunto, vamos falar sobre a terceira teoria. Segundo o Sebrae e o Instituto Brasileiro de Coaching existem 3 tipos de liderança: Autocrática, Liberal e Democrática. Cada tipo de liderança influência no comportamento e desenvolvimento de atividades dos profissionais.

Liderança Autocrática:

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O líder autocrático é dominador, emite ordens e espera que seus subordinados o sigam cegamente sem questionamentos, por ser temido pelo grupo, os mesmos trabalham apenas na presença do líder. Os grupos que trabalham dentro de uma liderança autocrática, possuem maior volume de trabalho, porém o ambiente em que se encontram é cheio de agressividade, estresse e tensão.

O fato da liderança ser controladora em excesso desmotiva as pessoas que estão trabalhando na equipe, muitas vezes o líder passa a ser visto como “mandão” estimulando nas pessoas um certo ressentimento em virtude das atitudes, outro ponto a se destacar é a falta de soluções criativas para os problemas, pois só uma pessoa tem essa liberdade de criação, correndo o risco de decair a produtividade na ausência do líder.

Entretanto existem alguns benefícios da liderança autocrática, como por exemplo, decisões tomadas com mais facilidade e rapidez, o estresse é reduzido, pois todo o controle está no líder, processos de trabalho mais rápidos e funcionais (menor número de pessoas) e também os membros da equipe se qualificam de forma que conseguem executar com facilidade diferentes tarefas.

Este tipo de liderança deve ser aplicado em apenas alguns casos, vejamos:

– Empresas com uma quantidade grande de pessoas;

– Locais onde não é espaço para erros e com prazos a cumprir;

– Com pessoas pouco experientes ou sem familiaridade com certo tipo de trabalho.

Alguns locais/ setores onde frequentemente essa aplicação se ajusta bem é na área militar, na construção civil e indústrias.

A liderança autocrática funciona desde que se respeite algumas regras para o bom convívio e desempenho da equipe, por exemplo, você sendo o líder respeite o grupo, deixe bem claro as regras e tarefas, seja consistente em suas atitudes e palavras.

Liderança Liberal:

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Também chamada de “Laissez-Faire”, que vem do francês, significa “deixai fazer, deixai ir, deixai passar“, neste tipo de liderança todos os componentes do grupo têm liberdade para tomar decisões, sejam elas individuais ou em grupo, lembrando que a liderança liberal enfatiza somente o grupo, o líder raramente se envolve em discussões ou tomada de decisões, entendendo que todos do grupo possuem maturidade e responsabilidade para fazer o trabalho fluir.

É possível perceber que com essa liderança as pessoas se sentem mais autoconfiantes e motivadas, o processo de avaliação do grupo é bem mais fácil e simples, é possível perceber o nível de maturidade e responsabilidade de todos. Em contrapartida, a falta de confiança e respeito ao líder é quase nula, isso acontece porque todo o grupo trabalha de forma independente e mais livre então aprendem a não esperar nada do líder, existem fortes sinais de individualismo, desagregação das pessoas, cada uma tende a se isolar para fazer o seu trabalho, insatisfação e agressividade.

Este, portanto, não é um estilo de liderança aconselhável, a figura do líder é importante para melhor gestão do trabalho, para que haja respeito dentro do ambiente de trabalho e é importante uma voz ativa para resolver conflitos e determinar funções.

Liderança Democrática:

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Na liderança democrática o líder age como um “guia”, ele está presente para auxiliar, para ajudar na tomada de decisões, dar sugestões e coordenar as atividades.

Os grupos que são submetidos a liderança democrática apresentam um clima de satisfação, o volume e a qualidade de trabalho é muito maior, possuem mais comprometimento e responsabilidade por parte de todos. O líder está ali para ouvir, aceitar e responder críticas, analisar as necessidades do grupo, são motivadores e possuem a confiança de todos com base nas suas forças e na capacidade de realizar planos de grupo, que posteriormente são discutidos sob sua liderança e planejamento estratégico.

A desvantagem nesta liderança é a exigência de mais tempo para adotarem decisões, para analisar e deliberar entre o grupo, contudo a capacidade de realização deles é enorme, em virtude da boa administração do tempo, do bom tratamento entre os colegas, sua grande capacidade para o diálogo. Eles são sonhadores, porém não existe quase possibilidade de erro em seu trabalho, eles projetam em bases e dados reais, planejamento adequado e flexível, conseguem um custo mínimo e máximo.
 


Nicolly Voigt Rodrigues
Acadêmica do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: nicolvrodrigues@hotmail.com

Atuando profissionalmente na indústria criativa com produção de conteúdo próprio

A indústria criativa pode ser vista hoje ganhando cada vez mais evidência e relevância na economia. Segundo o Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil, estima-se que em 10 anos houve um crescimento de 90% dos empregos formais para profissionais criativos, principalmente nas áreas de tecnologia, consumo, mídias e cultura, gerando um PIB anual equivalente a R$126 bilhões. Os serviços desempenhados se enquadram nas aspirações da geração dos Millennials, relacionadas com uma visão de mundo em que o trabalho pode ser uma “atividade pela qual a pessoa utiliza seu corpo e mente na realização de uma obra e dela extrai significado”.

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Imagem: Ilustração da capa do Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil.

Uma das possibilidades de atuação dentro da indústria criativa diz respeito à produção de conteúdo, tanto para setores de entretenimento, quanto para setores de jornalismo e educativos. Atuando nestes setores podem ser incluídos profissionais de comunicação social, jornalismo, design, música, letras, artes visuais, artes cênicas, entre outros.

Além de meios tradicionais de veiculação de conteúdo, como a televisão, o rádio, os livros, o cinema e o teatro, há também as novas formas de publicação que surgiram nas últimas décadas, como os sites de vídeos, os blogs, os livros digitais, os podcasts e as mídias sociais. Assim, em conjunto com o barateamento dos equipamentos de produção, hoje é possível uma forma mais democrática de publicação, em que praticamente qualquer um pode divulgar seu próprio conteúdo.

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LIDERANÇA: uma conduta que faz a diferença. Parte 1

A Liderança é a arte de influenciar personalidades e mentalidades de uma forma extremamente positiva, o líder tem o poder de aglutinar um grupo. Pessoas que são líderes naturalmente, tem um “dom” de liderar um grupo, se destacando como exemplo, ao que chamamos de liderança informal. Já quando o líder é eleito por uma empresa para exercer o cargo, chamamos liderança formal.

O líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada de alguma tarefa e depende totalmente dos que estão a sua volta, principalmente do líder, que comanda e delega tarefas para uma equipe. É importante lembrar outra diferença entre eles, o chefe revisa a tarefa que foi designada, o líder sabe as pessoas que estão trabalhando com ele, confia e estimula o potencial de cada um.

As primeiras pesquisas sobre o tema surgiram em 1930, nos campos da filosofia e história, com o passar do tempo a literatura evoluiu consideravelmente sobre o assunto, publicando estudos e teorias sobre as características de lideranças modelo, com uma abordagem que visava mostrar o que era necessário para ter sucesso como líder.

Segundo Chiavenato (2003) a Teoria das Relações Humanas constatou a influência da liderança sobre o comportamento das pessoas, donde destacam-se três principais aspectos.

Traços da Personalidade:

Esta teoria supõe que o indivíduo possui características na personalidade que o qualificam para a função. Gordon Allport (psicólogo estadunidense) foi um dos pioneiros desta teoria, ele definiu 3 tipos de traços que compõem uma personalidade.

Os traços CARDEAIS são aqueles que moldam e dominam a personalidade de uma pessoa, suas paixões dominantes, suas obsessões, tais como dinheiro, fama, ascensão no trabalho, etc. Traços CENTRAIS, são encontrados em um grau diferenciado em cada pessoa, como por exemplo honestidade, etc. Finalmente os SECUNDÁRIOS que são vistos em apenas situações específicas, tais como particulares e a pessoa pode ou não gostar que um melhor amigo, pessoa veja.

Esta mesma teoria foi encontrada de uma forma específica para a liderança, foi definida por Carlyle, e ficou conhecida como “ A Teoria do Grande Homem”, segundo o autor, grandes avanços e progressos no mundo deveram-se a homens com traços de personalidade muito específicos.

  1. Traços físicos: energia, aparência e peso.
  2. Traços intelectuais: adaptabilidade, agressividade, entusiasmo e autoconfiança.
  3. Traços sociais: cooperação, capacidade de relacionamento interpessoal e de gestão.
  4. Traços relacionados com a tarefa: capacidade de realização, persistência e iniciativa.

Teoria Contingencial:

É concentrada no comportamento dos seguidores (liderados), independente do que o líder fizer, realizar, a eficácia depende das ações de seus liderados. Na liderança situacional o líder possui um atributo psicossocial complexo, sendo totalmente diferente das teorias baseadas na personalidade do indivíduo.

Como já falamos anteriormente, quando é abordado o tema da liderança imagina-se que o líder direciona e influência nas atividades do grupo, entretanto neste caso, o líder não terá um modelo a ser seguido, serão seus seguidores que irão determinar qual modelo de liderança deverá ser executado, dependendo da situação no momento. É um sistema focado no líder, nos liderados e na situação presente, o nível de exigência e cobrança por parte da liderança será de acordo com a maturidade dos liderados.

Conforme teoria existe três conjuntos de forças que influenciam um líder na escolha de seu estilo:

– Forças presentes no líder

– Forças presentes nos colaboradores

– Forças presentes na situação.

Partindo dessas forças, é necessário flexibilizar, o líder pode assumir uma autoridade formal, uma autoridade informal, ou até mesmo uma conduta liberal, dependendo da maturidade da equipe.

Seja qual for a situação, o líder precisa ser sensível o suficiente e possuir percepção para escolher de que forma tua equipe irá atuar. Independentemente do tipo de conduta que assuma, o líder não pode perder o foco nos objetivos e resultado,

Seja qual for a situação, o líder precisa desenvolver sensibilidade e percepção para definir como sua equipe atuará.

Mesmo assim, um líder não pode perder de vista sua função de gerenciador, com foco nos objetivos e resultados.


Nicolly Voigt Rodrigues
Acadêmica do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: nicolvrodrigues@hotmail.com