Lattes Lattes Lattes? Ainda não entendeu ? Então, confere aqui um pouco mais sobre essa Plataforma!

Você sabe o que é a Plataforma Lattes? Para que serve, ou melhor, de que mundo vem?

Ihh… deve estar pensando: Nome estranho, com palavras em latim, deve ser chata essa matéria. Vou pular! … PARA TUDO!!! Respira e repensa. Vale a pena se informar sobre a Plataforma Lattes, nem que seja só um pouco, pois ela é uma ponte de acesso para inúmeras oportunidades hoje em dia, e que são importantes. Então respira fundo e se informe só um pouquinho!

Como havia dito, a função deste post é esclarecer algumas dúvidas e clarear sua visão a respeito do Lattes.

-De onde veio e para onde vai?  Historicamente falando:

Pois bem, essa história toda de Lattes, vem desde meados dos anos 80, onde já havia uma preocupação pela utilização de um formulário padrão para registro dos currículos dos pesquisadores brasileiros. Os objetivos deste formulário seriam, além de permitir a avaliação curricular do pesquisador, a criação de uma base de dados que possibilitasse a seleção de consultores e especialistas, e a geração de estatísticas sobre a distribuição da pesquisa científica no Brasil. Foi então criado, um sistema denominado Banco de Currículos que à época, contava com formulário de captação de dados em papel e etapas de enquadramento e digitação de dados em um sistema informatizado.

No final da década de 80 o CNPq disponibilizou as buscas sobre a base de currículos de pesquisadores brasileiros através do BITNET, percursor da internet ( fora da “nossa” realidade, não? hahaha..)

Já nos anos 90 o CNPq desenvolveu um formulário eletrônico para recolhimento de dados curriculares que era preenchido pelos pesquisadores e  enviado em disquete ao CNPq, que o carregava na base de dados.

Subsequente a isso ao final da década o CNPq lançou e padronizou o Currículo Lattes como sendo o formulário de currículo a ser utilizado no âmbito do Ministério da Ciência e Tecnologia e CNPq.

Desde então, o Currículo Lattes vem aumentando sua abrangência, sendo utilizado pelas principais universidades, institutos, centros de pesquisa e fundações de amparo à pesquisa dos estados como instrumento para a avaliação de pesquisadores, professores e alunos.

Capice?

Bom, agora falando sobre o propriamente dito Currículo Lattes, qual é a real função?

O Currículo Lattes foi desenvolvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (o dito cujo CNPq que eu havia falado anteriormente e vocês devem ter se perguntado e do que se trata?). Esta plataforma é constituída por um banco de dados elaborado pelo CNPq para integrar em um único sistema de informação as bases de dados de currículo, de grupos de pesquisa e de instituições, e, funciona como uma estratégia para o planejamento, a gestão e para a formulação de políticas por parte dos órgãos governamentais.

Por ser voltado para a área acadêmica, o Currículo Lattes foca nas participações em pesquisas de iniciação científicas e áreas de atuação.

Ainda tem dúvidas sobre como é um currículo?

Para você consultar um currículo da plataforma não é necessário ter cadastro. Você pode consultar o currículo de seus professores, por exemplo, para descobrir qual a área de atuação deles, quais projetos de pesquisa eles orientam e demais informações. O Currículo Lattes é o primeiro passo para quem deseja seguir a carreira acadêmica, mas também é importante para aqueles que não desejam seguir tal área.

Então você já fez o seu? Se não, para fazer é só acessar a o site da Plataforma Lattes.


Henrique Gama
Acadêmico do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: henriigama@gmail.com

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Novas tendências de marketing digital e comunicação

Desde dezembro de 2013 é realizado o evento Share em diversas cidades do Brasil, com a proposta de discutir marketing digital na prática. A edição do evento realizada em setembro de 2015, em Porto Alegre, reuniu profissionais de empresas consolidadas, em dois dias de palestras, falando sobre suas experiências e indicando novas ideias e tendências nas áreas de marketing digital e comunicação.

É comum nos eventos desta área que o design seja mencionado, especialmente quando existe alguma preocupação com inovação. O marketing e a comunicação têm uma relação próxima com o design, e esta relação pode ser vista em vários aspectos. Por exemplo, na criação tradicional de um anúncio, onde o designer atua como diretor de arte. Também na construção da uma marca e de toda a identidade visual de um produto ou empresa. Ou ainda no planejamento de uma campanha, onde o designer pode utilizar suas habilidades de liderança e metodologias para coordenar o trabalho de uma equipe.

Crachá do Evento Share

Estive presente no segundo dia de evento, que contou com as palestras de Larissa Magrisso, da Agência W3Haus, Ana Laura Mello, da Agência Remix Social Ideas, Felipe de Leon, da empresa Cadreon, Jean Boechat, da Agência Talent, Manuela Barem, do site BuzzFeed Brasil, Fernanda Pereira, da Agência África, Guilherme Coe, da rede McDonald’s, e Guilherme Alf, do coletivo Todo Mundo Precisa de um RP.

Durante as palestras deste dia foram apresentadas ideias sobre sinceridade por parte das marcas, criação de conteúdo, novos ritmos de interação, preocupação com pessoas e responsabilidade social.

Público do evento Share
Foto: Evento Share/Heryk Slawski e Daph Blaskoski

Para Larissa Magrisso, é importante ser honesto, e deixar claro para o público que, por parte das marcas, existem pessoas reais falando a verdade. Fernanda Pereira disse que atualmente as pessoas são mais desconfiadas em relação ao que é dito pelas marcas.

As marcas estão percebendo cada vez mais a importância da sinceridade em todo o discurso de sua comunicação, em uma relação de transparência com seu público. Vivemos hoje uma nova realidade em que, com o crescimento das mídias sociais, pessoas comuns conseguem manifestar abertamente suas opiniões pessoais online. Além disso, a maior velocidade de comunicação proporcionada pelas novas tecnologias torna possível que inverdades sejam rapidamente desmascaradas.

Algumas marcas estão investindo em marketing em tempo real, especialmente em grandes eventos, como a Copa do Mundo. Grupos com profissionais de plantão são montados em salas especiais para dar respostas instantâneas para o público, através das mídias sociais, criando uma interação em tempo real. Nessas situações, Larissa Magrisso destacou que é importante um grande planejamento e antecipação, combinados com uma grande capacidade de improviso.

Público do Share
Foto: Evento Share/Heryk Slawski e Daph Blaskoski

Tanto Ana Laura Mello quanto Jean Boechar salientaram a busca por relevância na vida das pessoas como um importante objetivo para as marcas. Larissa Magrisso destacou o caráter útil que as marcas podem desempenhar, com um conteúdo que faça diferença na vida das pessoas e uma mentalidade de pensar as pessoas em primeiro lugar.

Marcas estão investindo na criação de conteúdo interessante e útil para as pessoas, criando algo que o público queira assistir ou que ajude sua vida de alguma forma. Diferente da propaganda tradicional, que pode às vezes ser vista como inconveniente ou simplesmente inútil, este novo pensamento propõe que a comunicação pode tanto entreter quanto apresentar soluções para um problema.

Palco do evento Share
Foto: Evento Share/Heryk Slawski e Daph Blaskoski

Ana Laura Mello, Fernanda Pereira, Jean Boechat, Larissa Magrisso e Manuela Barem demonstraram em suas falas uma preocupação com o impacto que as mídias têm na cultura e na sociedade. Para Ana Laura Mello, a relevância cultural vem de uma ruptura social, e é indispensável que haja coerência entre os produtos e o discurso da marca. Fernanda Pereira indicou uma tendência de menos entretenimento e mais comprometimento, pois hoje não basta apenas divertir, como no comercial de televisão com final engraçado. Jean Boechat, que também trabalha com mídias socias para causas sociais, disse que se deve promover o empoderamento das pessoas para que elas possam fazer suas coisas.

As empresas devem estar conscientes de sua responsabilidade social, sabendo que tanto suas ações quanto sua comunicação têm a capacidade de reforçar ou modificar hábitos e pensamentos da sociedade, com impacto na vida das pessoas.

grupo de pessoas conversando no intervalo do evento Share.
Foto: Evento Share/Heryk Slawski e Daph Blaskoski

Foi um dia muito produtivo de palestras, e foi interessante observar como diferentes profissionais indicaram, em alguns pontos, soluções que seguem em um mesmo sentido. As próximas edições estão sendo organizadas, e para acompanhar mais informações, você pode acessar o site do evento Share.


Bruno Ruchiga
Acadêmico do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: brunoruchiga@gmail.com

Você sabe o que é Portfólio?

Portfólio é uma coleção de trabalhos de uma empresa ou de um profissional, o termo vem o italiano “portafoglio” pois no século XVIII artistas usavam uma espécie de pasta para carregar suas folhas e trabalhos, logo virou sinônimo de coleção de trabalhos.

Atualmente o portfólio é uma ferramenta muito importante para todos os profissionais que desejam mostrar algo além do currículo, um recurso muito usado pelo pessoal da área da comunicação por exemplo. Para um designer é muito importante ter um bom portfólio, por meio do qual pode demonstrar seus conhecimentos, capacidades e habilidades, focando no que faz melhor, seja ilustração, renderização, domínio de softwares, etc.

Um portfólio pode ser apresentado mais especificamente de duas formas, impresso ou digital, O que vem a sua cabeça quando falamos em digital? Exatamente, algo online, o portfólio digital facilita o contato com a empresa onde você quer trabalhar, porque ao invés de enviar algo físico, ou levar pessoalmente no dia entrevista, quem sabe até em uma conversa informal, é mais prático enviar o seu arquivo ou link onde está demonstrado o seu trabalho e potencial.

Behance? É uma plataforma gratuita para apresentar e encontrar trabalhos criativos. Muitas empresas encontram o profissional adequado para suas demandas projetuais neste tipo de plataforma. Por lá você pode fazer muitos contatos, com outros designers e apresentar de forma eficiente o que faz de melhor.

Como fazer um Behance? Basta criar uma conta pela Adobe, e, caso você já tenha uma é mais fácil ainda, basta informar apenas seus dados e já poderá criar seu portfólio digital. Lembrando sempre que não é como seu Facebook, Instagram ou outra rede social informal, pelo Behance muitas pessoas terão a famosa “ primeira impressão” de você e de seus trabalhos.

É importante escolher uma boa imagem para o perfil, pode ser uma marca pessoal, uma foto sua ou ilustração que lhe represente.

Se optar por uma foto sua é importante ter uma boa resolução, não utilizar fotos recortadas − por exemplo aquela foto que está linda mas tem um amigo(a) com as mãos em seus ombros −, usar uma foto recente é fundamental e dar preferência por uma que não tenha sido usada antes. As vezes vale a pena investir em um fotógrafo.

Exemplo: https://www.behance.net/ruobingli

A marca pessoal também deve possuir boa resolução, ser bem apresentável e ao contrário do que pensam ela precisa sim também lhe representar.

Exemplo: https://www.behance.net/aeiko

Uma ilustração no perfil também funciona super bem, ainda mais quando o profissional possuem características e traços bem marcantes e que ele seja reconhecido por isso, também pelas cores usadas em seu trabalho, possivelmente até o tema utilizado.

Exemplo: https://www.behance.net/vladimirsartdesign

A biografia no Behance é tão importante quanto em outro local. Pode parecer difícil falar de si mesmo, mas as pessoas desejam também conhecer um pouco de sua história, formação acadêmica, até mesmo hobbies e interesses, também vem a calhar falar sobre experiências profissionais e caso não fique extenso demais, é válido colocar locais onde já trabalhou, ou para quem. Fique “ligado” em erros de ortografia e gramática, revise antes de publicar, pois é mais um artificio para atrair trabalho.

Exemplo: https://www.behance.net/sandrineandmichael

Além do Behance você pode ter um site, o que é uma ferramenta incrível se souber como utilizar. Seguem alguns sites com portfólios incríveis.

ESCOLA FREELANCER: http://www.escolafreelancer.com/exemplos-de-portfolio/

Neste link você pode encontrar 20 exemplos de portfólios muito bons e de diversos segmentos dentro do design.

FÁBIO LOBO: http://fabiolobo.com.br/10-modelos-de-portfolio.html

Neste post ele fala sobre como montar um bom portfólio e dá exemplos dentro da fotografia, ilustração, pintura, etc.

CURIOSANDO: http://curiosando.com.br/exemplos-de-portfolios/


Nicolly Voigt Rodrigues
Acadêmica do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: nicolvrodrigues@hotmail.com

Você é um empreendedor?

Abrir sua própria empresa requer coragem, atitude e muito, mas muito empenho na jornada.

Acostumamo-nos a ver a questão de empreender como algo muito arriscado, incerto, obscuro e até como algo insano, fazendo com que deixemos de lado esta opção e direcionemos todas as nossas forças em um único objetivo­, a estabilidade.

O fato de você estar em algum emprego estável ou mesmo dentro de uma empresa já estabelecida não é sinônimo de você “não poder empreender”.

Um empreendedor não precisa ter a própria empresa. Um empreendedor precisa estar inconformado com algo que acontece em seu redor e buscar soluções para isso.

Interessante citar também que há vários perfis no mundo do empreendedorismo, seguem alguns deles conforme KUNDE, M.(2013):

    • O Realístico-gerencial: prezam a organização, o planejamento e o respeito às regras. São detalhistas, evitam trabalhar com abstrações e buscam a exatidão. São excelentes administradores e preferem assumir empresas que necessitam melhorias nos processos.
    • O Realizador-empreendedor: são dispostos a assumir riscos maiores que a maioria das pessoas. Costumam ser extrovertidos, competitivos, focados no lucro e autônomos na tomada de decisões. Não têm muita paciência para as operações do dia-a-dia; seu prazer está em criar algo novo e não em administrar o cotidiano. O Investigativo-criador: adoram saber como as coisas funcionam. São simpáticos, cativantes, têm espírito de cientista e preferem investigações e estudos em vez de ações. Com personalidade mais introspectiva e autônoma, preferem trabalhar com controles, previsões e tudo o que tenha cunho científico.
    • O Artístico-imaginativo: narcisistas por natureza são mais preocupados com a estética e meios que podem exercitar sua criatividade. Odeiam rotina, costumam ser muito originais e, de certa forma, estão sempre à frente de seu tempo. Liberdade é a palavra de ordem. Sentir-se preso é um verdadeiro martírio.
    • O Social-afetivo: adoram o convívio com outras pessoas e estão sempre dispostos a cuidar mais do bem-estar do próximo do que de si próprios. Extrovertidos, populares, quase não suportam ficar sozinhos e sua principal motivação vem da troca de experiência com outras pessoas. Tem facilidade para promover relações sociais e trabalhar em equipe.
    • O Concreto-convencional: preferem trabalhos ordenados e definidos, baseados em regras e regulamentos previamente estabelecidos. Gostam de lidar com rotinas, toleram ficar sozinhos, são calmos, práticos, precisos e possuem um perfil mais burocrático. Possuem bom ajuste social, são muito confiáveis, colocam tudo em ordem e cumprem prazos.

Resumindo, o empreendedor deseja realizar, executar; deixar sua marca e fazer a diferença.

Bem, falamos sobre o que define um empreendedor nesse texto, mas para ter sucesso neste caminho não basta apenas ter vontade é necessário ter conhecimento de alguns conceitos e algumas ferramentas, mas, isto é assunto para outro texto…

Esse texto foi escrito com base nestas publicações. Para te ajudar, sugerimos a leitura:

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor.

KUNDE, M. Empreendedorismo. Notas de palestra proferida ao Curso de Desenho Industrial da UFSM. 2013.


Jean Paulo Pereira
Acadêmico do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: jean_triplop@hotmail.com

Entrevista de Emprego

Se existe um evento que deixa qualquer um ansioso e sem saber por onde começar é uma entrevista de emprego. Dúvidas de como se comportar e, principalmente, o que vestir, são alguns dos motivos que fazem muitos entrevistados tremerem na base. Então, vamos conversar um pouco sobre isso…

Sabe aquela frase “a primeira imagem é a que fica”?! Ela pode ser clichê, mas é uma das mais verdadeiras.

Para ser bem sucedido em uma entrevista é preciso pesquisar sobre a empresa que o entrevistará e ser pontual!

Na hora de escolher o seu “modelito de trabalho” opte pelo clássico. Mas cuidado com as roupas muito tradicionais, veja se a empresa onde fará a entrevista é do estilo conservador. E tenha bom senso ao escolher as peças que irão compor seu visual, use roupas adequadas ao seu porte e, independente da escolha, cuide para que sua roupa não esteja suja ou amassada.

Vale lembrar os hábitos de higiene: banho tomado, cabelo cortado, unhas aparadas, dentes escovados. Parece óbvio, mas há quem negligencie e estes hábitos são considerados o ponto de partida da construção da imagem.

Homens, a barba deve estar feita e, se possuir cabelos compridos, prenda-os.

Mulheres, evitem roupas com decotes e transparências, tecidos com muito brilho e/ou estampas exageradas e jamais deixe o sutiã visível. Opte por uma maquiagem bem discreta sem batons extravagantes, nada de perfumes fortes e penteados exagerados. Estes requisitos, se inadequados, desviarão completamente a atenção do foco principal da comunicação. Afinal, você quer que a mensagem principal seja: “vejam como sou competente” ou “vejam como sou sensual”?!

A entrevista é o momento em que você mostrará sua imagem como profissional, por isso, além das vestimentas, deve atentar na maneira como gesticula e se expressa.

Ao entrar, cumprimente com um sorriso e um aperto de mão firme, transmitindo calma e segurança.

Lembre-se que estar na entrevista significa já ter sido aprovado na primeira fase, isso aumentará a sua confiança e diminuirá um pouco a ansiedade, ajudando você a se expressar melhor.

A boa postura e aparência passam uma impressão que deve ser confirmada com a conversa entre candidato e entrevistador. Assim, fale com clareza e cuidado com erros gramaticais, gírias, vícios de linguagem. As “expressões como “obrigado”, “por favor” e “com licença” são imprescindíveis, nem precisamos lembrar não é mesmo?!

Ser uma pessoa agradável na entrevista mostra ser um colega de trabalho agradável futuramente. Mostre o seu melhor!

Dica!

Não vá para a entrevista de mãos abanando, mesmo que o seu currículo tenha sido enviado por e-mail não custa levar mais uma cópia e seu portfólio

Esse texto foi escrito com base nestes livros. Para te ajudar, sugerimos a leitura:

FASCIONI, Lígia. Atitude Profissional [dicas para quem está começando].
FASCIONI, Lígia. O Design do Designer.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Também sugerimos alguns links relacionados ao assunto:


Raquel Pivetta
Acadêmica de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil

Dicas de Leitura #1

Olá,

esta tag do blog servirá para ajudar que você que fica horas em pé na biblioteca, ou navegando em livrarias virtuais, e não consegue decidir o que levar somente pelo que está escrito na descrição, contracapa e nas orelhas dos livros.

Abriremos esta seção do blog falando sobre “O Efeito Multiplicador do Design”, de Ana Luisa Escorel.

ESCOREL, Ana Luisa. O Efeito Multiplicador do Design.

Por que ler?

O livro é dividido em artigos que formam pequenos capítulos, escritos de forma bastante acessível, e é permeado por imagens ilustrativas de projetos, em sua maioria executados pela própria autora. Ela aborda assuntos variados, como retrospectivas históricas, identidade visual e corporativa, legibilidade, diagramação de livros e globalização, por exemplo. A temática principal é o design como atividade projetual abrangente que utiliza ferramentas específicas (projeto, matriz e tecnologias de fabricação industrial) que o caracterizam como uma linguagem única.

A autora mostra-se muito preocupada com o desenvolvimento de uma identidade própria do design nacional. Afinal, é preciso que a produção cultural de um lugar exprima primeiramente as características de seu próprio povo e atenda aos seus anseios particulares, e somente assim o design brasileiro poderá ser globalmente reconhecido e valorizado.

Além disso, Escorel faz uma crítica a sociedade de consumo, que aproximou demasiadamente o design do marketing e da publicidade, e diz que é necessário um retorno à essência do design como ferramenta de transformação da sociedade. A autora coloca em nós, designers e futuros designers, o “compromisso de atuar através do projeto para o aprimoramento da sociedade”.

Ficou com vontade de ler? Clique aqui e vá para a lista de preços:
Onde Comprar?


Marília Sarmanho
Acadêmica de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil

Formação Empreendedora

Para a maioria dos estudantes de Design e recém-formados há muitas questões e inquietações sobre como começar a trabalhar. Muitos sabem fazer design, mas não sabem o que fazer com este conhecimento no sentido de poderem viver de design. E as grandes interrogações são: O que vou fazer? Por onde começar? Como gerir meu negócio ou minha carreira, de modo a viver de design e desenvolvimento de produto?

Nesse contexto, o designer, para ser bem sucedido, não deve apenas saber criar seu próprio empreendimento, mas deve saber também gerir o seu negócio para mantê-lo e sustentá-lo em um ciclo de vida prolongado, e assim obter retornos significativos de seus investimentos. Isso significa aplicar Gestão do Design.  O gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação de produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte da nossa vida diária.

Neste projeto, procuramos reunir, compilar e produzir conteúdo voltado à Gestão do Design para motivar e mostrar a importância dessas informações para uma formação empreendedora dentro do curso de Desenho Industrial.

O trabalho ainda está em andamento, mas a pesquisa de referencial teórico mostra que há um grande número de livros, sites, vídeos e outras mídias que podem auxiliar na formação da carreira profissional bem sucedida.

Esse texto foi escrito com base nestes livros. Para te ajudar, sugerimos a leitura:

STRUNCK, Gilberto. Viver de Design.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Também sugerimos alguns links relacionados ao assunto:


Jean Paulo Pereira
Acadêmico do Curso de Desenho Industrial
Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil
Contato: jean_triplop@hotmail.com